Hoje eu quero falar sobre o terceiro passo da metodologia para fazer a mudança e permanecer nela: Informação!
O
que é “crudi”, o que é “vegan”? O que eu posso comer? O que não posso? O
que eu devo comer? Quantas refeições por dia? Devo me preocupar com
calorias? Onde conseguir os ingredientes? Tem que ser orgânico? E dá pra
comer fora de casa? O que fazer nos eventos sociais? Que história é
essa de germinar grãos? Precisa tomar suco verde todo dia? E o glúten? E
a lactose?
Como diz a Luna... “São tantas perguntas!”... (quem tem criança pequena em casa vai entender!).
Eu
digo que INFORMAÇÃO é o segredo para não ficarmos preocupados com essas
e outras questões que ainda irão surgir. No Instagram do
@desafiocrudivegan você encontra dicas de alguns livros que eu li e
recomendo. Fique ligado nos próximos posts, pois aos poucos vou
incluindo recomendações de mais livros, alguns documentários, sites,
blogs, vlogs, contas do Instagram que eu sigo e muitas outras coisas.
Tem muita informação disponível na nossa querida Internet, basta saber
procurar. E se você fala, ou pelos menos lê em Inglês, as opções são
quase infinitas. Vou dividindo tudo por aqui aos poucos.
Enquanto isso, aqui vão algumas informações, sem aprofundar muito mas mais pra dar uma visão geral dos conceitos.
“Crudi”
é minha abreviação para Crudivorismo. Os crudivosristas comem alimentos
crus. Segundo essa filosofia alimentar, os alimentos perdem sua
vitalidade ao serem cozidos em temperaturas acima dos 42 graus Celsius.
Portanto, os alimentos são consumidos em sua grande maioria crus, ou no
máximo amornados. Neste desafio, a alimentação será 80% crua e, no
máximo, 20% cozida. Segundo o Dr. Gabriel Cousens, essa proporção é
adequada para se manter saudável.
“Vegan”
significa “Vegano(a)” em inglês. Veganos comem todo tipo de alimento,
desde que NÃO sejam derivados de animais. O veganismo é mais que um tipo
de dieta, é na verdade um estilo de vida, no qual não se explora os
animais (e vai bem mais além da alimentação). Neste desafio, vamos nos
preocupar apenas com os alimentos, excluindo qualquer tipo de derivado
animal; ou seja, nada de carnes (nem frango, nem peixe, nenhum tipo de
carne!), nada de leite (nem de vaca, de cabra, nenhum tipo de leite
animal!) nem de seus derivados (queijos, iogurtes), nada de ovos. E
lembrando que mel também não é vegano!
Mas,
então, o que eu poderei comer? Todos os tipos de hortaliças, legumes,
frutas. Só isso já seria um mundo de alimentos a serem escolhidos! Mas
também vamos usar muitas ervas e muitos temperos, muitas sementes, grãos
e cereais. As frutas podem ser frescas ou secas. Temos também várias
opções de nozes e castanhas. Opções não vão faltar!
Além
disso, a ideia é fazer a “Cozinha do Possível”... as receitas serão
relativamente simples, para que qualquer um seja capaz de reproduzir.
Um
café da manhã pode ser um suco verde (ou de qualquer cor que você
preferir), um smoothie bem cremosinho, um pudim overnight de chia ou de
aveia, uma bela salada de frutas.
Um almoço
pode ser feito de uma bela salada, ou de uma massa de abobrinhas ou de
cenouras com molho suculento de tomates ou de castanhas, um wrap
recheado com um variado mix de legumes.
No lanche podemos comer legumes em palitos com homus ou quem sabe um queijo de castanhas.
No jantar, que tal uma sopa amornada? As opções serão variadas. E deliciosas!
Realmente
eu não pretendo me preocupar com calorias, até porque não sou
nutricionista e não saberia nem poderia dar nenhuma orientação nesse
sentido. Minha intenção é apenas a de repartir a minha experiência. Meu
plano é comer até me sentir satisfeita – e essa orientação está no livro
“What are you hungry for? / Você tem fome de quê?” do Dr Depak Chopra.
Ele diz claramente para não fazermos dieta restritiva, até para não
criar nenhum bloqueio com o novo estilo alimentar.
Enfim, quanto mais informação, melhor! No próximo post passo um pouco mais!
Vem comigo!?
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#veganaem4passos
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